Por enquanto estas são as versões de que mais gosto:
03 Pierre Fournier
05 Anner Bylsma
06 Jean-Guihen Queyras
07 Jaap ter Linden
11 Mischa Maisky
12 Yo-Yo Ma
Estou inclinado para o Maisky como sendo a melhor interpretação, para o meu gosto

Acho que ele acerta quase tudo, velocidade não tão elevada como Rostropovich, com o "swing" do Queyras, com as pausas certas a fazer passar os momentos mais sóbrios de forma mais emotiva, mas sem perder a noção dinâmica e de dramatismo "global". Acho especialmente eficaz a forma como ele "resolve" aquela passagem entre o segundo 0:19 e o segundo 0:22, que na sua interpretação é uma continuação natural da frase (e pausa inteligente) anteriores e nem damos por ela... noutras interpretações este momento "chave" do Prelude pode tornar-se enfadonho ou descontextualizado, quase como se fosse uma obrigação tocar aquilo, e não uma parte integrante e perfeitamente harmonizada na frase melódica que se está a seguir.
E no entanto, toda a sua eficácia resulta de uma forma extremamente emotiva e comunicativa, que realmente prende os ouvidos e nos obriga a acompanhar o desenrolar da "narrativa" musical. Excelente!
Também gosto das abordagens "mais lentas", como a do Fournier (excelente também) ou do Linden (esta um pouco mais elaborada).
Vou tentar reduzir isto para 3 escolhas... 3 é a conta certa
